25 Mai 2011, 1:03p.m.
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23 Nov 2009, 12:34a.m.
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Contra as armas sonoras, armas mediáticas

Desde há tempo tenho contacto com o universo MediaTeletipos, Alg-a, Escoitar, Chiu Longina… e sempre me fascinaram e acho tenho aprendido muito (e muitíssimo mais poderia ter aprendido) com eles. O vídeo que podedes ver acima é uma muito ampla escolma do que a prensa tem falado arredor dum  curso que aconteceu na Corunha e que o determinados compromissos familiares impediram a minha assistência. Do visionado do vídeo podem-se tirar varias ideias:

  • A genialidade do Chiu de criar um interesse mediático a través da arte e da didáctica dum curso
  • O jeito de aproveitar um barulho sem muito jeito em favor duma causa muito bem fundamentada e defendida
  • Que os media estão francamente longe já não da verdade senão da realidade mesmo, fazendo evidente que se não há um teletipo ou similar são incapaces de saber nada
  • Que as diferenças entre os media são espectaculares; especialmente remarcável é o fragmento na Cope a nível estatal, de altíssimo nível intelectual
  • E muitas outras…

Máis vídeos de Chiu Longina.

Via Alg-a

Ondinhas venhem e vão: Google Wave

Levo uns dias a experimentar o GoogleWave, não a fundo, não com propósito beta-tester, mas sim com o propósito do que tudo o pessoal o está a fazer: para que caralho serve? Pois bom, acho que tenho a solução a isso: nem se sabe!

Olhai para twitter, não foi máis do que um experimento que no fim criou um outro jeito de se comunicar na net. Do pouco útil “Que estas a fazer?” à comunicação global instantánea, so há um uso extensivo e intensivo duma ferramenta simples. Acha alguém que os criadores de twitter tinham no horizonte máximo de uso da ferramenta algo perto da décima parte do que é hoje?

Com o exemplo bom sob a mesa, imos lá com o meu ponto: O Google Wave é uma interface “tipical google” em javascript que corre sobre uma modificação do XMMP/jabber (estándar de comunicação para mensaxería instantánea) o “wave protocol”. Eles dim que desenharam o e-mail no século XXI, é uma boa e muito rimbombante (isto em galego como é que se diz?) explicação; algo máis perto da crúa realidade é que o Google Wave é um “merging” (mistura) de tudo o conhecido num novo jeito de comunicarse: as waves, que são uma lista de itens, que são qualquer coisa: mensagens, imagens, vídeos, mapas, inquéritos, jogos, sons… E isso para que serve? Eis a pregunta que ninguém da respondido, pois bom, ninguém sabe, nem a Google sabe (a serio? si, a serio) nem quer saber, ela pode fazer uma ferramenta tão revolucionária sem saber como vai ser a revolução (se é que as waves terão sucesso).

A última questão que quero sublinhar já está sobre a mesa há algum tempo mas isto põe-a muito mais: economia da atenção. A atenção das pessoas é limitado, sabemos que o uso da internet está a medrar mas também tem um limite, aquí o medramento perpétuo também é impossível.

Sim amigos, os tempos estão a mudar tão rápido que as coisas fam-se sem saber bem para que se vão utilizar. É o que tem as mudanças de era, que as coisas já não são iguais…

21 Set 2009, 7:30p.m.
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