11 Dec 2010, 11:22a.m.
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9 Nov 2010, 7:54p.m.
artigo galego português Ligação:
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26 Xuñ 2010, 4:55p.m.
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Slavoj Zizek

En el presente, lo que domina es la posideología, la pospolítica. Hace 20 años, cuando Francis Fukuyama anunció el final de la historia, se le tomó por obnubilado. “Pues ha triunfado. No hay un solo parlamentario en Europa que piense en otros términos que el parlamentarismo liberal”

SLAVOJ ZIZEK, Filósofo

Fluzo – Cheiras Funky from La Follable on Vimeo.

E no entanto leio ao Marc Vidal. Se o mundo cai, eu vou à qualquer foliada na que este o Hevi!

29 Mar 2010, 9:12p.m.
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Internacianlização da Amazônia

Chegou a mim via um desses correeios re-encaminhados (FWD) uma interessante reflexão brasileira a conta da internacionalização da Amazônia e de como a hipocrisia do primeiro mundo é tão obvia como dificilmente desmontável.

Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos,o ex-governador do DF, ex-ministro da educação e atual senador CRISTÓVAM BUARQUE, foi questionado
sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.

O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um brasileiro.

Esta foi a resposta do Sr.Cristóvam Buarque:

“De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.

“Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.

“Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro.O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia
para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou
diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço.”

“Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser
internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.
Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.

“Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França.
Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário
ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês,decidiu enterrar com ele, um quadro de
um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.

“Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York,
como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.

“Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas
mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.

“Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola.
Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.

“Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo.
Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia
seja nossa. Só nossa!

23 Mar 2010, 1:50a.m.
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9 Feb 2010, 1:50p.m.
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Li e vi (lim e vim)

Histórico da música mora no Morraço e vigués senlheiro fala de política e cultura.

Vi (e verei) todo o eufalo.tv destaco

Um video oposto e mais irreal ou, dito doutro jeito, menos comum

“A Xanela” (2010) from daria on Vimeo.

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23 Nov 2009, 12:34a.m.
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Contra as armas sonoras, armas mediáticas

Desde há tempo tenho contacto com o universo MediaTeletipos, Alg-a, Escoitar, Chiu Longina… e sempre me fascinaram e acho tenho aprendido muito (e muitíssimo mais poderia ter aprendido) com eles. O vídeo que podedes ver acima é uma muito ampla escolma do que a prensa tem falado arredor dum  curso que aconteceu na Corunha e que o determinados compromissos familiares impediram a minha assistência. Do visionado do vídeo podem-se tirar varias ideias:

  • A genialidade do Chiu de criar um interesse mediático a través da arte e da didáctica dum curso
  • O jeito de aproveitar um barulho sem muito jeito em favor duma causa muito bem fundamentada e defendida
  • Que os media estão francamente longe já não da verdade senão da realidade mesmo, fazendo evidente que se não há um teletipo ou similar são incapaces de saber nada
  • Que as diferenças entre os media são espectaculares; especialmente remarcável é o fragmento na Cope a nível estatal, de altíssimo nível intelectual
  • E muitas outras…

Máis vídeos de Chiu Longina.

Via Alg-a

13 Nov 2009, 12:51a.m.
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Radio Mil Colinas

Foi Zimmer103 quem me falou da historia da Rádio Mil Colinas, alá polos tempos heroicos de e-music. Nos tempos actuais onde o podcast não tivo o impulso que algúns pensabamos e tentamos que tivera e quando o streaming volta ao lugar que merece; há que salientar o podcast Radio Mil Colinas e por suposto á Rádio Zero onde se emite. O trabalho de Durán Vazquez é impecável tanto nos tópicos, nos textos e, por suposto, no son; para além disso enmárcase na Rádio Zero um projecto que teria muito que aportar aquém Minho e por se fora pouco o podcast distribúe-se só com xml ao puro estilo podcast. Parabéns pois ao Durán Vazquez e à Rádio Zero e recomendação forte de ambos projectos:

RSS Podcast de Radio Mil Colinas

Fonte de streaming de audio da Rádio Zero a 128kbps

Web da RádioZero

*Para subscrever-se ao podcast recomendo Banshee em GNU/Linux e itunes em Win/Mac

*Para ouvir o streaming da Rádio Zero qualquer um programa de audio pode (e se não pode deixem de usa-lo)

http://archive.radiozero.pt/radiomilcolinas.xml

Ondinhas venhem e vão: Google Wave

Levo uns dias a experimentar o GoogleWave, não a fundo, não com propósito beta-tester, mas sim com o propósito do que tudo o pessoal o está a fazer: para que caralho serve? Pois bom, acho que tenho a solução a isso: nem se sabe!

Olhai para twitter, não foi máis do que um experimento que no fim criou um outro jeito de se comunicar na net. Do pouco útil “Que estas a fazer?” à comunicação global instantánea, so há um uso extensivo e intensivo duma ferramenta simples. Acha alguém que os criadores de twitter tinham no horizonte máximo de uso da ferramenta algo perto da décima parte do que é hoje?

Com o exemplo bom sob a mesa, imos lá com o meu ponto: O Google Wave é uma interface “tipical google” em javascript que corre sobre uma modificação do XMMP/jabber (estándar de comunicação para mensaxería instantánea) o “wave protocol”. Eles dim que desenharam o e-mail no século XXI, é uma boa e muito rimbombante (isto em galego como é que se diz?) explicação; algo máis perto da crúa realidade é que o Google Wave é um “merging” (mistura) de tudo o conhecido num novo jeito de comunicarse: as waves, que são uma lista de itens, que são qualquer coisa: mensagens, imagens, vídeos, mapas, inquéritos, jogos, sons… E isso para que serve? Eis a pregunta que ninguém da respondido, pois bom, ninguém sabe, nem a Google sabe (a serio? si, a serio) nem quer saber, ela pode fazer uma ferramenta tão revolucionária sem saber como vai ser a revolução (se é que as waves terão sucesso).

A última questão que quero sublinhar já está sobre a mesa há algum tempo mas isto põe-a muito mais: economia da atenção. A atenção das pessoas é limitado, sabemos que o uso da internet está a medrar mas também tem um limite, aquí o medramento perpétuo também é impossível.

Sim amigos, os tempos estão a mudar tão rápido que as coisas fam-se sem saber bem para que se vão utilizar. É o que tem as mudanças de era, que as coisas já não são iguais…

3 Out 2009, 11:49a.m.
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Galiza no no New York Times

É bem poucas vezes que o meu pequeno país sai na imprensa mundial, mas para não ter que estar à procura, utilizo novo serviço de personalização de RSS do The New York Times. Se gostades do trabalho feito este é o RSS das novas da Galiza.
Via Capitulo0

How to handle your music in GNU/Linux: Banshee

Why banshee is the best program (for me) to handle a music collection:

  • It works properly, not to many possibilities, no promissed improvements wich don’t work today
  • Extremely simple configuration (This is better, isn’t it?)
  • Data syncronization with the ipod is perfect!  (Hipo or SongBird syncronize but not well, there are some problems such as no cover art, duplicate or format problems)
  • It handles files properly like itunes does, the idea is to work with tags and let program to store the mp3 files in a standard directory structure (for example: artist directory and inside of it, album directory)
  • Podcast option is fine but doesn’t synchronize well with the ipod (it’s very common (but Songbird hasn’t) , but this option usually doesn’t match the podcast listener spirit so it’s very unconfortable)
  • The radio streaming is good as well because you only have to add the radio stations you like, instead of an enormous list of poor quality radio stations

I would need to test it better, but after 3 years of using SongBird (I believe this player will be the best in the future, although today it isn´t), Amarok and Rhytmbox; this option is the one wich best fits my needs. For sure I will remember cool stuff of theese programas.