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Slavoj Zizek
En el presente, lo que domina es la posideología, la pospolítica. Hace 20 años, cuando Francis Fukuyama anunció el final de la historia, se le tomó por obnubilado. “Pues ha triunfado. No hay un solo parlamentario en Europa que piense en otros términos que el parlamentarismo liberal”
Interpol – Lights
Que Interpol que?
Via Distinguidos
Via Paulinho
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Galiza no Sonar Galicia
E não so, hai mais artistas do país no Sonar Galicia 16, 17 e 18 na Corunha.
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Por fim reacções
Julio Anguita falando da crise, via: Menos mal que nos queda Portugal
Entrevista a ATTAC en CNN+ from AttacTV on Vimeo.
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galego português video: Compostela humor ovni surrealismo
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Dealema Arte de viver
Single do novo disco de Dealema que podes escutar/descarregar da Optimus Discos. O segundo vídeo é duma peça dos Dealema com a Woyza pertencente ao disco anterior (que se pode mercar na Galiza).
Interpol – Lights
Poderia dizer que um dos grupos dos que mais gosto. Iste é o novo singelo, adianto do novo disco e em descarrega gratuita no seu web. Coma sempre com Interpol, está pensado para escutar muitas vezes.
Iste é o caminho. A passa-lo bem moças e moços!
Saiba mais ou veja o melhor video diste tipo.
galego português inglês musica: Bjork Independência Islândia musica
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Fluzo – Cheiras Funky from La Follable on Vimeo.
E no entanto leio ao Marc Vidal. Se o mundo cai, eu vou à qualquer foliada na que este o Hevi!
Tedes mais fazendo uma pesquisa com as letras “APM?” no youtube. Também recomendo o programa aniversário.
Via Selva de Esmelle
Internacianlização da Amazônia
Chegou a mim via um desses correeios re-encaminhados (FWD) uma interessante reflexão brasileira a conta da internacionalização da Amazônia e de como a hipocrisia do primeiro mundo é tão obvia como dificilmente desmontável.
Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos,o ex-governador do DF, ex-ministro da educação e atual senador CRISTÓVAM BUARQUE, foi questionado
sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.
O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um brasileiro.
Esta foi a resposta do Sr.Cristóvam Buarque:
“De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.
“Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.
“Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro.O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia
para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou
diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço.”
“Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser
internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.
Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
“Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França.
Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário
ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês,decidiu enterrar com ele, um quadro de
um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
“Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York,
como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.
“Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas
mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
“Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola.
Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.
“Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo.
Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia
seja nossa. Só nossa!
artigo espanhol: altermundismo medicina patentes propriedade intelectual
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